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segunda-feira, 22 de janeiro de 2024
Só de Sacanagem
terça-feira, 12 de dezembro de 2023
Por que davam maçã aos professores?
CURIOSIDADE: Sabe por que costumavam dar de presente uma maçã para professores?
Por que a maçã é (ou era) oferecida a professores?
Diz a lenda que essa tradição vem do início do século XVI até metade do século XX, quando os mestres eram muito mal remunerados, e como a maçã era um dos alimentos mais comuns na Europa, oferecer a fruta como compensação pelo trabalho de ensinar (ajuda no salário) e ajuda na alimentação era a solução que os pais encontraram para compensar os ensinamentos, a cultura, a educação, o trabalho e má remuneração que os professores recebiam para sobreviver.
Mas, sem dúvida, oferecer uma maçã ao professor, seja em qual for a época, sempre há de ser um gesto de carinho e gratidão.
De qualquer modo, com ou sem maçã, é preciso que os docentes sejam valorizados e dignificados, pois só assim a educação brasileira conseguirá erguer-se como base primordial para o desenvolvimento de uma nação poderosa.
#professoremaçã #marmel #martmel #antoniomartinsmelo #tonmarmel #professor #diadoprofessor #maçãeprofessor
sexta-feira, 30 de junho de 2023
BOLSONARO: MITO E LENDA BRASILEIROS
Mas, onde exatamente Bolsonaro errou?
Errou no pior lugar possível, onde não poderia ter errado de maneira nenhuma! Bolsonaro foi ingênuo, quis enfrentar o SISTEMA de frente, de peito aberto, olhando nos olhos da fera, achou que estava protegido, por Deus, pelo povo e por alguns homens de bem! Esse foi seu maior e mais ferrenho erro, bateu no SISTEMA e o deixou irritado como nunca antes visto!
Essa luta de Bolsonaro contra um gigante que ninguém sabia seu real tamanho foi inglória, pois hoje todos sabem, o SISTEMA é bruto, é um Titã, aos poucos o SISTEMA foi agindo e amarrando Bolsonaro, braços, pernas, boca.. todas as ações foram sendo dominadas uma por uma, os contra ataques vinham de todos os lados, quase impossível se defender, mídias, Judiciário, parlamento, funcionalismo, não houve trégua, todos atacavam, o SISTEMA foi feroz e ferozmente contra-atacou! Bolsonaro se viu sozinho contra um gigante Golias e tentou igual Davi derrubar o monstro, mas dessa vez, não existia apenas um Golias, eram vários por todos os lados, inclusive fora do país, os ataques foram brutais!
Não fosse Bolsonaro um homem realmente justo e protegido por Deus não estaria mais de pé, sua fé é sua única e última força e é nela que ele se escora para não sucumbir de vez!
Quando vejo ex aliados, ex eleitores, ex amigos, criticando Bolsonaro por “não ter feito nada”, eu fico impressionado!! Onde vocês estavam nesses 4 anos que não viram a luta que este homem travou contra o Gigante SISTEMA, um gigante praticamente Imortal? Bolsonaro hoje está pagando um preço muito alto por ter olhado nos olhos da fera e tê-la desafiado, vão fazer de tudo até o impossível para destruir nosso Capitão, e quando digo que farão o impossível, é porque eles farão!
Pobre Bolsonaro hoje sem seus pequenos super poderes que o cargo lhe dava.. é uma presa fácil, injustamente será “CAÇADO”.
Então este post é pra você que ousa abrir sala de Space, ousa fazer post, ousa comentar que Bolsonaro foi um fraco, um covarde, VOCÊ verdadeiramente é o pior inimigo de Bolsonaro pois além de todos os adjetivos ruins ainda tem o de Covarde para usar, Bolsonaro foi sim um Gigante , nunca existirá outro com tanta coragem de encarar de frente o SISTEMA novamente, temo por Bolsonaro, temo pelo Brasil!
Não se iludam, o SISTEMA não tem 9 dedos, esse é só a marionete usada para a retomada do poder que por um instante lhe fora tirado, quando não for mais útil, a marionete será descartada como foi antes!
Bolsonaro é um soldado que foi para a guerra, uma guerra contra o sistema, lutou um batalha feroz e foi ferido, está lá agora, no campo sofrendo! Não podemos deixá-lo lá sozinho à própria sorte, ou o SISTEMA irá terminar o serviço sujo!
Ele hoje precisa muito mais de nós do que já precisou um dia, um guerreiro ferido no campo de batalha clama por ajuda, e só nós o povo podemos ir resgatá-lo , afinal de contas é somente a nós, o povo, que o SISTEMA teme, nós ainda não sabemos dimensionar o tamanho de nosso poder, mas o SISTEMA sabe, ele sabe!
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#bolsonaro #marmel #martmel #antoniomartinsmelo #tonmarmel
quinta-feira, 8 de junho de 2023
ESTADO INOPERANTE (conivente), JANELAS QUEBRADAS E TERRITÓRIO DO CRIME
A
teoria das janelas quebradas ou "broken windows theory" é um modelo
norte-americano de política de segurança pública no enfrentamento e combate ao
crime, tendo como visão fundamental a desordem como fator de elevação dos
índices da criminalidade. Nesse sentido, apregoa tal teoria que, se não forem
reprimidos, os pequenos delitos ou contravenções conduzem, inevitavelmente, a
condutas criminosas mais graves, em vista do descaso estatal em punir os
responsáveis pelos crimes menos graves. Torna-se necessária, então, a efetiva
atuação estatal no combate à criminalidade, seja ela a microcriminalidade ou a
macrocriminalidade.
Há alguns anos, a Universidade de Stanford
(EUA), realizou uma interessante experiência de psicologia social. Deixou dois
carros idênticos, da mesma marca, modelo e cor, abandonados na rua. Um no
Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e o outro em Palo Alto, zona rica
e tranquila da Califórnia. Dois carros idênticos abandonados, dois bairros com
populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social
estudando as condutas das pessoas em cada local.
Resultado: o carro abandonado no Bronx começou a ser vandalizado em
poucas horas. As rodas foram roubadas, depois o motor, os espelhos, o rádio,
etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar,
destruíram. Contrariamente, o carro abandonado em Palo Alto manteve-se intacto.
A experiência não terminou aí. Quando o carro
abandonado no Bronx já estava desfeito e o de Palo Alto estava há uma semana
impecável, os pesquisadores quebraram um vidro do automóvel de Palo Alto.
Resultado: logo a seguir foi desencadeado o mesmo processo ocorrido no Bronx.
Roubo, violência e vandalismo reduziram o veículo à mesma situação daquele
deixado no bairro pobre. Por que o vidro quebrado na viatura abandonada num
bairro supostamente seguro foi capaz de desencadear todo um processo delituoso?
Evidentemente, não foi devido à pobreza. Trata-se de algo que tem a ver com a
psicologia humana e com as relações sociais.
Um vidro quebrado numa viatura abandonada transmite uma ideia de
deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os códigos de
convivência, faz supor que a lei encontra-se ausente, que naquele lugar não
existem normas ou regras. Um vidro quebrado induz ao "vale-tudo".
Cada novo ataque depredador reafirma e multiplica essa ideia, até que a
escalada de atos cada vez piores torna-se incontrolável, desembocando numa
violência irracional.
Baseada nessa experiência e em outras análogas, foi desenvolvida a
"Teoria das Janelas Quebradas". Sua conclusão é que o delito é maior
nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se
por alguma razão racha o vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara,
muito rapidamente estarão quebrados todos os demais. Se uma comunidade exibe
sinais de deterioração, e esse fato parece não importar a ninguém, isso
fatalmente será fator de geração de delitos.
Origem da teoria
Essa teoria na verdade começou a ser desenvolvida em 1982, quando o
cientista político James Q. Wilson e o psicólogo criminologista George Kelling,
americanos, publicaram um estudo na revista Atlantic Monthly, estabelecendo,
pela primeira vez, uma relação de causalidade entre desordem e criminalidade.
Nesse estudo, utilizaram os autores da imagem das janelas quebradas para
explicar como a desordem e a criminalidade poderiam, aos poucos, infiltrar-se
na comunidade, causando a sua decadência e a consequente queda da qualidade de
vida. O estudo realizado por esses criminologistas teve por base a experiência
dos carros abandonados no Bronx e em Palo Alto.
Em suas conclusões, esses especialistas acreditam que, ampliando a
análise situacional, se por exemplo uma janela de uma fábrica ou escritório
fosse quebrada e não fosse, incontinenti, consertada, quem por ali passasse e
se deparasse com a cena logo iria concluir que ninguém se importava com a
situação e que naquela localidade não havia autoridade responsável pela manutenção
da ordem.
Logo em seguida, as pessoas de bem deixariam
aquela comunidade, relegando o bairro à mercê de gatunos e desordeiros, pois
apenas pessoas desocupadas ou imprudentes se sentiriam à vontade para residir
em uma rua cuja decadência se torna evidente. Pequenas desordens, portanto,
levariam a grandes desordens e, posteriormente, ao crime.
Da mesma forma, concluem os defensores da teoria, quando são cometidas
"pequenas faltas" (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de
velocidade, passar com o sinal vermelho) e as mesmas não são sancionadas, logo
começam as faltas maiores e os delitos cada vez mais graves. Se admitirmos
atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão
de desenvolvimento será de maior violência quando essas crianças se tornarem
adultas.
A Teoria das Janelas Quebradas definiu um novo marco no estudo da
criminalidade ao apontar que a relação de causalidade entre a criminalidade e
outros fatores sociais, tais como a pobreza ou a "segregação racial"
é menos importante do que a relação entre a desordem e a criminalidade. Não
seriam somente fatores ambientais (mesológicos) ou pessoais (biológicos) que
teriam influência na formação da personalidade criminosa, contrariando os
estudos da criminologia clássica.
No metrô de Nova York
Há três décadas, a criminalidade em várias áreas e cidades dos EUA – com
Nova York no topo da lista - atingia níveis alarmantes, preocupando a população
e as autoridades americanas, principalmente os responsáveis pela segurança
pública. Nesse diapasão, foi implementada uma Política Criminal de Tolerância
Zero, que seguia os fundamentos da "Teoria das Janelas Quebradas".
As autoridades entendiam que, por exemplo, se os parques e outros espaços
públicos deteriorados forem progressivamente abandonados pela administração
pública e pela maioria dos moradores, esses mesmos espaços serão
progressivamente ocupados por delinquentes.
A Teoria das Janelas Quebradas foi aplicada pela primeira vez em meados
da década de 80 no metrô de Nova York, que se havia convertido no ponto mais
perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: lixo
jogado no chão das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento
da passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados positivos foram rápidos
e evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.
Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado
na Teoria das Janelas Quebradas e na experiência do metrô, deu impulso a uma
política mais abrangente de "tolerância zero". A estratégia consistiu
em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à lei e
às normas de civilidade e convivência urbana. O resultado na prática foi uma
enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.
A expressão "tolerância zero" soa, a priori, como uma espécie
de solução autoritária e repressiva. Se for aplicada de modo unilateral, pode
facilmente ser usada como instrumento opressor pela autoridade fascista de
plantão, tal como um ditador ou uma força policial dura. Mas seus defensores
afirmam que o seu conceito principal é muito mais a prevenção e a promoção de
condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinquente, mas sim
de impedir a eclosão de processos criminais incontroláveis. O método preconiza
claramente que aos abusos de autoridade da polícia e dos governantes também
deve-se aplicar a tolerância zero. Ela não pode, em absoluto, restringir-se à
massa popular. Não se trata, é preciso frisar, de tolerância zero em relação à
pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito.
Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos
códigos básicos da convivência social humana.
A tolerância zero e sua base filosófica, a Teoria das Janelas Quebradas,
colocou Nova York na lista das metrópoles mundiais mais seguras. Talvez elas
possam, também, não apenas explicar o que acontece aqui no Brasil em matéria de
corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc., mas
tornarem-se instrumento para a criação de uma sociedade melhor e mais segura
para todos.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023
A ARMADILHA DE 8 DE JANEIRO DE 2023: FLAGRANTE ESPERADO E PREPARADO (Ton MarMel)
SITUAÇÃO E OBJETIVO DA PLEBE RUDE
Em linhas gerais, no Reino dos Bananas há décadas a destra Plebe Rude aspirava por uma oportunidade para dar um basta aos desmandos impostos pela Horda Canhota durante a era das trevas.
Foram décadas de agruras, ranger de dentes e arrastar correntes, e, finalmente, a oportunidade surgiu e o baile na Casa Grande aconteceria para a Senzala.
A Plebe Rude residia em volta dos Castelos, trabalha arduamente, pagava tributos e mantinha a realeza nos Castelos em troca do que acreditava ser retribuição por prestação de serviço de proteção de sua suada colheita, suas vidas e vidas de seus familiares contra assaltantes e mal feitores.
Sucede que para adentrar na Esplanada dos Ministérios as polícias faziam revistas em mochilas para evitar o ingresso de armas de fogo, objetos perfuro cortantes, explosivos, gasolina, álcool, especialmente de quem ingressava pelas laterais do gramado central com mochilas, e nem ingresso de guarda-chuva foi permitido.
Mas, 1 hora depois, já com expressiva presença da plebe rude na Esplanada e presença ostensiva da Força Nacional + Polícia Federal + Polícia Rodoviária Federal + Polícia Militar do DF + Cavalaria (5 exércitos armados e equipados contra 1 só povo armado apenas de sua determinação), a cena do que iria acontecer começou a ser desenhada desde a noite anterior, quando as polícias se exibiam ostensivamente nas imediações de modo intimidativo, inclusive construindo diversas barricadas e cercas para barrar o acesso de patriotas à Praça dos Três Poderes.
Assim, a massa humana de milhões de manifestantes (formiguinhas) avançou à pé em 3 frentes de embate, sendo 1 e 2, especialmente pelas duas pistas laterais, norte (1) e sul (2), mais na frente, e, logo mais atrás, seguiu no gramado central a terceira (3) frente de batalha.
Então, as polícias percebendo seu menor número de soldados frente ao grande volume de patriotas manifestantes de todas as idades, recuou acuada, protegida por seus escudos, equipamentos e caminhões blindados, enquanto disparava muitos tiros com balas de borracha e de verdade, bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral, atiradas inclusive com apoio militar aéreo de 3 helicópteros (da Polícia Federal e da PM do DF) contra o povo desarmado.
Entretanto, enquanto aconteciam comemorações e bombas que não cessavam, os policiais continuavam aparentemente resistindo nas imediações da Praça dos Três Poderes, e manifestantes de outras ideologias disfarçados também já estavam dentre os patriotas e lamentavelmente fatos depredatórios do patrimônio público foram cometidos em excesso.
Por conseguinte, 4 horas depois da tomada dos 3 Poderes e continuidade dos embates, as polícias ingressaram no interior dos 3 Castelos pelos fundos, em passagem que a plebe rude de patriotas não tinha acesso. E debaixo de tiros, muita fumaça de gás no interior dos 3 Castelos somado aos ataques aéreos dos 3 helicópteros que vomitavam bombas em voos rasantes sobre manifestantes, os patriotas foram sendo paulatinamente obrigados a evacuar do interior dos 3 Castelos pelas 5 forças policiais, depois de quase 4 horas nas mãos dos patriotas e 8 horas de combates, vários feridos de ambos os lados, inclusive cavalos da cavalaria, encerrando o primeiro dia efetivo de atividades.
Assim, quem disser o que acontecerá depois desse dia estará mentindo ou profetizando. De concreto, mesmo, sabemos que este dia foi um divisor de águas e nada mais será como antes, eis que a atitude mostrou claramente a insatisfação geral da nação... e não pensem que acabou, que foi coisa de momento! Isso foi só o começo... (afirmam).
quarta-feira, 27 de julho de 2022
O QUE É LOGOTIPO?
O QUE É LOGOTIPO?
O logotipo ACIMA foi criado há mais de 20 anos e é resumo das iniciais do nome criado a partir das letras A e M e formam 2 setas, como as 2 partes processuais (autor e réu), e apontam na mesma direção, no sentido de entendimento, composição, acordo, concordância processual, ponto em comum. A palavra MarMel foi retirada do patronímico do autor (anTONio MARtins MELo) e sobrenomes MARtins e MELo. As cores do logotipo (azul da cor do mar e amarela (cor de mel) foram aproveitadas do próprio nome, por isso ToN (com N), de toNalidade do Mar e Mel.
FEITA A INTRODUÇÃO ADENTREMOS NO ASSUNTO
O que é logotipo, afinal?
Logotipo é uma representação gráfica de uma marca ou empresa. Ele é constituído por um ícone, feito em design gráfico, e por tipografia (texto).
Dentro dos conceitos de comunicação e identidade visual de uma empresa, o logotipo é considerado uma das peças de maior importância. Afinal, este é o principal representante de uma marca.
Pode-se dizer que o logotipo consiste em um mecanismo que externaliza aspectos da marca ou empresa em forma de uma representação visual constituída por símbolos e palavras. Vamos aprender melhor sobre o que é logotipo no artigo a seguir! Vamos lá?
O que é Logotipo?
O logotipo consiste em um signo que representa uma marca ou empresa. Além do ícone, este também contém um suporte de texto. Logo, chamamos de logotipo o conjunto ícone + tipografia (texto).
Quando uma empresa ou marca decide desenvolver um logotipo, é essencial que os responsáveis pela criação do mesmo estejam cientes de todos os valores da empresa, Afinal, um dos objetivos do logotipo é transmitir todos os principais ideais da empresa.
Uma boa pesquisa é fundamental para criação de um logotipo. Além disso, o desenvolvimento conta com diversos estudos de design, psicologia, semiótica, marketing e muitos outros assuntos relacionados.
Diferença entre Logo, Logotipo, Marca e Logomarca
Diversas pessoas confundem esses termos e, no fim, acreditam que todos significam a mesma coisa. Mas será que essas palavras possuem o mesmo significado? Vamos conferir!
Logo e Logotipo
Neste caso, ambas as palavras possuem o mesmo significado, sendo a palavra logotipo simplesmente uma maneira alternativa do termo logo. Como explicamos acima, o logotipo consiste ícone + tipografia que representa uma empresa ou marca.
Portanto, tanto o logo quanto o logotipo consistem no produto gráfico que é proveniente do design e são utilizados como a imagem da marca/empresa.
Marca
A marca consiste na conexão entre uma empresa, valores, visão, missão, personalidade e consumidores. Esta marca é representada de forma gráfica por meio do logo e da identidade visual e elementos de comunicação visual.
Logomarca
A utilização deste termo é considerada incorreta por profissionais de marketing e publicidade, apesar de ser utilizada por muitos que confundem a palavra com o termo logotipo.
Como criar um Logotipo?
Separamos algumas dicas para que você possa compreender o que é logotipo e como criar um bom logotipo para sua empresa. Contudo, vale ressaltar que não há um passo a passo a ser seguido à risca, preparamos somente algumas dicas que podem auxiliar no processo.
1. Manter a Simplicidade
A primeira dica é utilizada para quase todos os trabalhos de marketing. Manter a simplicidade é a chave para o sucesso da criação de um logotipo, isso porque ele consiste na representação gráfica da empresa, que deve ocorrer de forma sintetizada. Assim, a empresa poderá ser identificada facilmente, contendo somente as informações mais necessárias.
Logotipos que possuem muitos elementos e são exagerados passam a ideia de desorganização. É ideal que não se utilize mais do que um tipo de fonte na criação do logotipo. Mesmo que este possua um slogan abaixo, a tipografia organizada transmite a ideia de profissionalismo.
2. Fazer uma Pesquisa de Mercado
Uma pesquisa de mercado é fundamental para criar um logotipo. Afinal, é preciso saber quais são as tendências do mercado. Lembrando que não se trata de copiar algo, apenas de buscar referências.
3. Benchmarking
O benchmarking está incluso no trabalho de pesquisa de mercado. No entanto, ele consiste em procurar as empresas que possuem serviços ou produtos iguais ou similares aos de sua empresa. Dessa forma, é possível analisar os elementos, cores e tipografia utilizados para que seu logotipo seja diferente e se destaque entre eles.
4. Definir o Público-alvo
O logotipo precisa ser criado de acordo com o público-alvo da empresa, pois existem públicos diferentes que se identificam com coisas diferentes. Por isso, fazer uma análise sobre qual é público que a empresa deseja alcançar, influencia diretamente na criação do logotipo.
5. Definir o conceito do Logotipo
Definir um conceito significa determinar os ideais e valores que o logotipo pretende transmitir. Apesar de subjetivo, um conceito bem definido pode fazer com que o logotipo expresse a empresa da forma correta.
6. Escolher a Tipografia
Tipografia significa a “impressão dos tipos”, nome mais comum para fontes de letras. Contudo, atualmente este é o nome dado ao estudo, criação e aplicação de caracteres, estilos, formatos e disposição visual de palavras.
Existem diversos tipos de fontes, mas o principal aspecto que separa as fontes em dois grandes grupos é a serifa. Serifa são esses prolongamentos nos cantos da letra. Logo, fontes podem ser serifadas, ou não.
A serifa consiste em um pequeno traço, barra ou prolongamento que está presente no fim das hastes das letras. Por exemplo, algumas fontes com serifa conhecidas são Times New Roman, Georgia e Courier New.
As fontes com serifa são utilizadas em textos contínuos, como revistas, jornais e livros. Por sua vez, as fontes sem serifa são bastante usadas para textos mais curtos e para a criação de peças de design gráfico. Por esse motivo, as fontes sem serifa costumam ser mais aplicadas na criação de logotipos
No entanto, vale sempre lembrar que é importante que a fonte seja legível. Não há uma regra determinando qual a melhor fonte, mas é ideal que não seja muito enfeitada para que não perca a legibilidade.
O desenho das letras do logotipo acima foram criadas especialmente para a marca Ton MarMel e fazem parte de um alfabeto composto de imagens gráficas que não existiam e geraram interpretações inéditas.
7. Fazer um Rascunho do Ícone
Faça um primeiro esboço com lápis e papel do ícone que você tem em mente. Dessa forma, conseguirá visualizar bem a ideia. Ao realizar esta etapa, será possível fazer alterações sem muita complexidade.
8. Escolher as cores
As cores do logotipo precisam estar dentro da paleta de cores da identidade visual da empresa. Para isso, é preciso considerar todo o trabalho de briefing, comunicação visual e definição de público-alvo.
A dica é não exagerar nas cores do logotipo. Inserir uma grande variedade de cores pode deixar o signo confuso, com muitas informações. Para definir tudo isso, uma boa ideia é utilizar a psicologia das cores.
9. Contratar um bom designer
Após definir todos esses passos, recomenda-se contratar um profissional especializado em design gráfico para fazer a criação do logotipo. Assim, basta passar todas as ideias, esboços e decisões para o profissional que irá agrupar tudo no software gráfico.
10. Testar diferentes aplicações
A maioria dos logotipos possuem suas versões horizontais e verticais. Pode ser que seja necessário utilizá-lo em ambas as posições. Por isso, peça ao designer para testar a logo nas mais diversas aplicações, assim como em sua versão branco e preto.
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